Como um peixe fora d’agua escuto Don Celso Marinelli e Renato del se preparando para irem ao jogo da Arena do Jacaré onde vão se enfrentar Atlético Mineiro e seu homônimo goiano.
Não sou tão fã de futebol como eles e nem tenho a mesma ligação com o campo do Democrata, mas no geral temos, todos os três, a mesma boa vontade para uma farra. E agora a pouco Martinelli não mostra, pra toda a redação, uma foto que acabou de tirar do tropeiro que já esta sendo vendido ali do lado da Arena. A foto traz água na boca e uma bruta vontade de ir ver o jogo, comer um tropeiro, xingar o juiz, dar palpite no esquema tático, reclamar que não vende cerveja no campo e tantas outras coisas que a gente costuma fazer quando vai a qualquer jogo de futebol.
Se não fosse o preço salgado do ingresso ia ser uma boa até pra quem não é atleticano. Mas pensando bem, este é o primeiro jogo de muitos e aquele gramado rodeado de branco e vermelho ainda vai dar muita alegria para os setelagoanos.
Hoje, 13 de juhlo, é dia de comemorar o Dia Mundial do Rock. Além de ser um dos ritmos mais apreciados no mundo há pelo menos seis décadas, o rock não é simplesmente um segmento musical, com o passar dos anos se tornou sinônimo de cultura e comportamento.
A data é celebrada há 25 anos, desde que o cantor e compositor irlandês Bob Geldof organizou o lendário festival Live Aid, que ocorreu simultaneamente nos Estados Unidos, Inglaterra e Finlandia.
O intuito do festival era mobilizar o mundo em prol do povo etíope que sofria (e ainda sofre) por causa da fome. Na ocasião, foram arrecadados cerca de U$ 60 milhões.
Daniel Rui – quebrando um galho pro pessoal da redação
Hoje, 13 de julho, é dia de comemorar o Dia Mundial do Rock. Além de ser um dos ritmos mais apreciados no mundo há pelo menos seis décadas, o rock não é simplesmente um segmento musical, com o passar dos anos se tornou sinônimo de cultura e comportamento.
A data é celebrada há 25 anos, desde que o cantor e compositor irlandês Bob Geldof organizou o lendário festival Live Aid, que ocorreu simultaneamente nos Estados Unidos, Inglaterra e Finlandia.
O intuito do festival era mobilizar o mundo em prol do povo etíope que sofria (e ainda sofre) por causa da fome. Na ocasião, foram arrecadados cerca de U$ 60 milhões.
Daniel Rui – quebrando um galho pro pessoal da redação
Trabalhar no site do Sete Dias esta sendo algo no mínimo instigante. Isso porque o trabalho não é só colocar as matérias no site, tem mais coisas envolvidas, e a internet ainda não é uma ferramenta que os meios de comunicação compreenderam bem. E alguns aspectos da internet para os jornais ainda parecem estar na forma bruta. Ai estão todos os grandes jornais do Brasil e do mundo batendo cabeça pra não me deixar mentir.
Mas por aqui duas coisas que particularmente acho interessantes no Sete Dias são o twitter e o Blog da Redação.
Logo que começamos com o twitter do @jornal7dias aconteceu algo “do balacobaco” (para não usar outra expressão): Um caminhão com latinhas da Skol tombou e rapidamente colocamos a notícia na internet no twitter e no site. Em menos de um minuto já tínhamos pessoas usando nossa notícia para fazer piada em 140 caracteres. Uma das melhores era “As latinhas falantes gritavam desesperadamente por socorro”. Mas não foi só o humor das pessoas que usam a ferramenta do passarinho que chamou a atenção, isso também garantiu um número legal de acessos na página, que no final das contas é o que interessa pra chefia do jornal.
Estes dias estou tentando uma promoção para dar uma alavancada no nosso twitter sorteando uma camisa do Zacarias. Até agora o resultado foi bacana, mas uma coisa que deveria ter feito, e só agora percebo, era ter buscado uma forma de fazer com que as pessoas usassem a criatividade para participar da promoção. Bem, fica pra próxima…
Sobre o Blog da Redação, também fica pra próxima, por que entre uma das poucas coisas que sei sobre os www da vida é que no Blog o texto tem que ser curto!
Ontem a África do Sul foi eliminada da Copa, mas até agora a cena que mais me marcou durante os jogos foi justamente a entrada do time sul-africano em campo.
Era muito bonito ver um time entrar cantando e ainda mais bonito ver os olhos das crianças ao lado dos jogadores. Elas olhavam maravilhadas aqueles adultos, para elas deve ser como um sonho.
Imagine, você quando criança entrando em um jogo do Mundial, sendo levada pelas mãos por alguém que você considera um herói . E aquele que te leva, segue cantando e olha para frente carregando a esperança de milhares de pessoas enquanto caminha para o campo de futebol.
Por isso continuo acreditando que futebol é sonho. Parece que os sul-africanos também acreditam e por isso vemos a alegria que eles passam. Aquela torcida toda cantando e dançando foi e vai ser um espetáculo a parte durante toda a Copa.
Até agora sou um dos poucos que não reclamou do barulho das vuvuzelas, ou pelo menos não reclamei muito, faz parte do show.
Enquanto Dunga mostra toda sua simpatia e rosna para jornalistas, tem gente que continua esperando um futebol mais alegre.
Escutei rapidamente uma entrevista do humorista Marcius Melhem e achei ótima.
E isso tinha sido antes do Dunga sair falando palavrões depois da coletiva de ontem.
Eu gostaria só de acrescentar que esse papo de que é um perseguido é justificativa velha para quem não aceita ser criticado, como todo bom opressor. A história, coisa que o Dunga não leva muito a sério, (ele disse que não saberia dizer se a escravidão foi boa ou ruim porque não viveu na época) prova muito bem.
Ontem deu prá confirmar que o futebol nos define como povo. Jogo da seleção contra um time fraco do futebol mundial parou o Brasil. As ruas ficaram coalhadas de verde e amarelo e faltando duas horas para a partida o trânsito já dava sinais de um breve caos. O torcedor, mais fiel do mundo, não quer nem saber . Torcemos por goleada, por jogo bonito, por festa e muita alegria. Trabalho, nem pensar. Jogo da seleção é compromisso, dos mais sério.
No final, ficou uma decepção. O jogo foi de baixo nível, mais frio do que o clima do estádio. O time do “Dunga” estava “Soneca” e me deixou muito “Zangado”.
Escutando esta música do Raul Seixas, tendo como teto um céu azul sem nuvens, pensei um pouco sobre a loucura do dia-a-dia. Estar aqui na redação na correria de sempre, sem tempo para dar atenção para algumas coisas simples, às vezes não percebo as gratas convivências que tenho por trabalhar aqui.
Muitas vezes deixamos de dar atenção às coisas simples por aceitar a vida ir nos levando.
Será que vamos precisar de um feriado para o dia da saudade? Para só ai podermos pensar nas pessoas que gostamos? Ou ainda, como diz a música, de um dia para fazer cócegas nos pés uns dos outros, ou para sair por ai pulando igual canguru. Será que vamos precisar de um dia para ser felizes e deixar a alegria nos levar adiante?
Penso no risco de deixarmos as obrigações nos fazer tão duros, a ponto de não nos permitirmos ver as pessoas que estão a nossa volta.
Por isso dedico estas mal traçadas linhas aos companheiros daqui da redação, que mesmo na correria, sempre tem algo a mais para contar, alguma coisa pra refrescar o dia e pra dar algumas risadas.
Quem não quer fazer uma boa compra e, além do mais, no gramado do Mineirão, o maior templo do futebol de Minas? Pois é. Uma grande rede de eletrodomésticos e uma montadora de carros iniciaram nesta sexta-feira, 11, um feirão altamente atraente no local. Muita gente pode duvidar, mas é isto mesmo: o gramado do estádio foi tomado por carros e eletrodomésticos prontos para atrair do cliente.
Só que na prática o cenário pode se tornar uma verdadeira arapuca. Na questão dos eletros foi anunciado um desconto de até 70%. Um cliente que esteve no local estava namorando uma TV LCD 32 polegadas (Philips) há um bom tempo e, é lógico, foi lá “realizar o sonho”. A surpresa foi a seguinte: em uma loja da rede que ocupa o gramado a TV custa R$ 1.309,00, no Mineirão o preço foi para cerca de R$ 1.800,00 e com o desconto oferecido cai para R$ 1.400,00, ou seja o feirão é um engodo.
O cliente é atraído e se não tiver feito pesquisa acaba caindo na lorota dos vendedores. Só que o cliente em questão pesquisou e pesquisou muito. Foi atraído, mas não fisgado. Fica o alerta para quem pretende ver a copa em uma linda TV. Acho que até vale à pena visitar o Feirão, ou melhor, o Mineirão.