Sete Lagoas e o Brasil vivem o clima de mais uma eleição. Desta vez, o que chama a atenção é a maneira que as campanhas foram para a rua. Em nossa cidade, por exemplo, o destaque são os cavaletes. Isto mesmo, cavaletes horrorosos que estão sendo espalhados por praças, canteiros, calçadas e em qualquer lugar onde possam atrair a atenção dos leitores.
Mas, os cavaletes, não estão solitários nesse concurso de decoração de extremo mau gosto. Os muros da cidade recebem os tradicionais lambe-lambes. Antes esta porcaria só era executada por promotores de eventos, agora chega quem pleiteia um cargo público e faz a mesma coisa.
O interessante é que, pelo menos, em outras campanhas o candidato era obrigado a investir (gastar) mais em sua caminhada rumo ao cargo tão sonhado. Agora, ele contrata umas duas pessoas prá espalhar cavaletes outras duas prá lambuzar os muros e afixar cartazes e está feita a bagunça, ou melhor, a campanha.
A, antes que me esqueço, tem mais gente trabalhando nas campanhas. Os motoristas dos carros de som. Mais uma forma de poluir a cidade. Não bastou a poluição visual, tiveram que promover a sonora. Chega logo 3 de outubro.
Por Renato Alexandre

Cavalete com a foto dos cavalos.
Tá difícil achar é candidato, cavalete tá cheio.